Publicado em 04/10/2022 09:40

Um total de 39.325 eleitores do estado do Rio de Janeiro votaram para conduzir Reimont à Câmara Federal. Depois de 14 anos como vereador da cidade do Rio de Janeiro, o deputado eleito pretende levar à Brasília não só as demandas da população fluminense, mas lutar pelos direitos de todos os trabalhadores e excluídos do país.
Funcionário concursado do Banco do Brasil, Reimont sempre esteve ao lado da categoria bancária e também próximo de outros trabalhadores e trabalhadoras, formais e informais, discutindo e propondo leis que garantissem direitos. É dele, por exemplo, a lei que obriga os bancos a aceitar pagamento de boletos nos guichês de caixa, o que não só favorece os usuários de bancos, mas é um esforço para garantir emprego dos bancários e bancárias.
O novo deputado também é professor e sempre fez da educação uma de suas pautas mais importantes. Com uma prática de manter diálogo cotidiano com coletivos e seu eleitorado, em seus quatro mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, esteve presente em momentos críticos e importantes.
Apesar de muitos parlamentares que votaram contra direitos trabalhistas em mandatos anteriores terem sido reeleitos, a bancada fluminense favorável à classe trabalhadora teve reforços importantes. Dirigentes sindicais bancários da base da Federa-RJ se empenharam pessoalmente na campanha pela eleição de Reimont. “Conseguimos eleger um professor e bancário para a Câmara Federal. Vamos registrar a importância disso não somente para a categoria, mas para a classe trabalhadora. A vitória do companheiro Reimont é também a nossa vitória”, salienta Adriana Nalesso, presidente da Federa-RJ.
Para o segundo turno, o desafio é garantir que o governante que ataca direitos dos trabalhadores e trabalhadoras seja definitivamente afastado do Palácio do Planalto. “Temos à frente a importante tarefa de conquistar votos de amigos, familiares e pessoas do nosso convívio diário para a candidatura que propõe retomada de direitos, crescimento da economia, emprego, controle inflacionário e a erradicação da fome”, completa Adriana Nalesso.
Fonte: Federa-RJ