BB: trabalhadores cobram avanços nos instrumentos de avaliação e no combate ao assédio

Publicado em 31/05/2023 11:25

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu na tarde desta terça-feira (30) com representantes do Banco do Brasil para discutir os temas de combate ao assédio e avaliação da Gestão de Desenvolvimento por Competências (GDP).

Entre as propostas feitas pelos trabalhadores na mesa está a suspensão do descomissionamento até que o banco implemente correções em distorções que tornam a GDP um instrumento de assédio. Outra reivindicação dos trabalhadores foi a criação de um comitê paritário para debater casos de assédio moral.

O banco informou, com base nas reivindicações do movimento sindical, que está realizando encontros de lideranças e que serão realizados treinamentos, visando a capacitação de gestores para que não reproduzam e sim, combatam as práticas de assédio moral. Além disso, estudos estão em andamento para melhorar os canais de Ouvidoria, que teve a estrutura reduzida no período anterior.

“Nós pedimos celeridade do banco na conclusão e apresentação desses estudos. Entendemos que é preciso muito trabalho para acabar com a cultura do assédio dentro do banco e que isso leva tempo. Porém, a mudança precisa ser implementada imediatamente. A saúde das trabalhadoras e dos trabalhadores não pode esperar. A GDP virou instrumento de assédio, quando deveria ser um instrumento de aprimoramento”, destacou Fernanda Lopes, coordenadora da CEBB.

Agenda das mesas permanentes temáticas:

21/06 Caixas de demais comissionados que estão no sistema da Plataforma de Suporte Operacional (PSO);

12/07 Centrais de Relacionamento do Banco do Brasil (CRBB);

20/07 Promoção da Diversidade/Igualdade de Oportunidade;

11/09 Plano de Cargos e Salários e Programa Performa;

28/09 Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil (Cassi).