Publicado em 15/08/2023 14:48

O presidente Lula lançou oficialmente nesta sexta-feira (11) o terceiro Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a presença de seus ministros, governadores, prefeitos, empresários e representantes de movimentos sociais e sindicais.
Representando a classe trabalhadora, o presidente da CUT Nacional, Sérgio Nobre, agradeceu ao presidente Lula por reconstruir o país com o novo PAC. Ele saudou o programa, que segundo ele, é uma oportunidade para a reconstrução da indústria nacional, de diversos setores, destruída na operação Lava Jato, cuja consequência foi a perda de 4,4 milhões de empregos; o prejuízo de 47 bilhões que o país deixou de arrecadar em impostos e 84 mil obras paradas.
Sérgio Nobre lembrou ainda que ao final do segundo mandato de Lula (2007 a 2010), o setor de engenharia e infraestrutura era composto por grandes empresas brasileiras de alta tecnologia, conquistando obras importantes no mundo inteiro.
“O novo PAC é um grande instrumento para retomar a construção de setores da indústria nacional. Temos tudo para dar certo e estamos convencidos de que o caminho do país para crescer, enfrentando desigualdades, é construir habitação decente para o nosso povo, é melhorando a saúde, a educação, o sistema de transporte. O PAC vai nesta direção não só de obras para estrutura econômica, mas obra social”, disse Sérgio Nobre em seu discurso no evento.
O presidente da CUT destacou ainda a importância dos bancos públicos e das estatais como instrumentos para o desenvolvimento.
Para Sérgio Nobre, a recuperação da indústria brasileira passa também pela retomada do controle pelo governo, da Eletrobras. A empresa foi privatizada no ano passado por Jair Bolsonaro.
“A energia é fundamental e estratégica para qualquer país do mundo”, defendeu.
Sérgio Nobre ainda agradeceu ao presidente Lula pela volta da política de valorização do salário mínimo; as propostas que estão sendo debatidas para que os trabalhadores por aplicativos tenham um mínimo de proteção social e pela oportunidade do fortalecimento do movimento sindical.

