Publicado em 30/04/2025 11:26

O Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes e Região realizou uma passeata nas ruas no centro da cidade, na manhã de quarta, dia 30 de abril, pelo 1º de maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora. A data marca a história de luta da classe trabalhadora, que através de sua mobilização organizada, conquistou direitos como férias, jornada de oito horas, seguro-desemprego, previdência e outros. E os sindicatos são exemplos de luta coletiva.
Este ano, a luta é pelo fim da escala 6×1 e pela ampliação da faixa do Imposto de Renda com isenção para quem recebe até R$ 5 mil.
Na terça (29), diretores do Sindicato estiveram em Brasília, participando da Marcha da Classe Trabalhadora. Após a Marcha, representantes da CUT e demais centrais sindicais entregaram ao presidente Luís Inácio Lula da Silva, a pauta de reivindicações da classe trabalhadora.
A passeata saiu da sede social do sindicato e percorreu as ruas do centro financeiro da cidade.
A caminhada que antecede o 1º de maio já é uma tradição da categoria bancária que todo ano vai às ruas para ressaltar a importância da união das lideranças dos movimentos sindicais, sociais e populares, comprometidos com a classe trabalhadora.
O presidente do sindicato, Rafanele Alves Pereira, disse que foram os trabalhadores que construíram esse país. “Somos nós, os trabalhadores, que levantamos a economia do nosso país. Nós, trabalhadores, construímos toda a fortuna deste país e por isso, temos direitos, e continuaremos reivindicando. Por nós, bancários, e por toda a classe trabalhadora”, finalizou.
A vice-presidente, Nilce Joia, disse que é importante que trabalhadoras e trabalhadores saibam o país que querem construir. “A nossa luta de hoje, interfere no futuro dos nossos filhos, dos nossos netos e de todo um país. É na luta que se conquista direitos e por isso estamos sempre nas ruas, porque são os sindicatos que conseguem brigar e reivindicar”. Nilce relembrou ainda que há projetos importantes em tramitação no Congresso como a redução da jornada de trabalho; a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e a taxação dos super-ricos.
Outros sindicatos como Staecnon/RJ e Sindipetro-NF estiveram presentes representados por Hélio Anomal e Danilo Dutra, respectivamente.










